Descascando #76
Veja a news até o final para uma surpresinha... :D
Depois das férias na Colômbia
Por Nut. Luíza Tavares Kroeff
Passei dez dias na Colômbia na minha lua de mel. Inicialmente começamos por Bogotá e, na sequência, fomos pra Cartagena. Duas experiências opostas: uma na capital, no frio, com um passeio super urbano e, a outra, na praia, caribe e no auge do calor. Contudo, em um lugar ou no outro, a gente tinha um grande objetivo: descansar, passear e comer bem.
Eu fico o tempo todo pensando em como a relação com a comida e com o corpo atravessa as nossas formas de viver o mundo. Imagina só: estar de férias e extremamente preocupada com as calorias de um prato ou com a quantidade de gramas de proteína tem uma refeição. É evidente que, quando eu digo isso, não é pra dizer que nas férias é pra chutar o balde. O que eu quero dizer é que uma boa relação com a comida deve ser constante, seja na rotina de trabalho ou nos momentos de lazer.
Ou seja, nas férias, a gente vai comer coisas diferentes, novas e sair da rotina - e que bom! Contudo, o nosso comportamento alimentar - a maneira como a gente se relaciona com o alimento - é construída e deve ser uma base sólida pra que essas situações não sejam de descontrole ou gatilhos para grandes excessos alimentares.
Por exemplo, é poder comer um milho na brasa - juro, uma das melhores comidas de rua que eu já experimentei - e repetir porque foi muito gostoso. É pedir um pote de manga com limão e sal e poder parar na metade porque já ficou satisfeita - e tudo bem se precisar jogar fora o restante.
É também tomar sorvete em uma sorveteria legal no centro da cidade e ter energia pra caminhar mais de 10 km por dia conhecendo uma cidade nova - e depois se deliciar com uma janta com comidas locais. Eu amei o Ajiaco, que é uma sopa de batata e frango, bastante típica de Bogotá - sempre acompanhada de abacate com sal (amo!!!). A comida represente muito de uma cultura e também faz parte do turismo. E, pra mim, uma das partes mais bonitas.
Voltei completamente renovada. Fazia muito tempo que eu não sentia esse tipo de efeito das férias. De sentir a cabeça leve, motivada pra retomar meu trabalho. Talvez também pela sensação de começar, de fato, a minha vida de casada. Mas, acima de tudo, sempre fico muito orgulhosa de tudo o que consegui aprender e superar com meu corpo, especialmente conseguir comer com tanta alegria e paz.
Até a próxima!
Luíza
Achou que acabou?! Ainda não! Olha quem tá de volta <3
Título
Por Nut. Juliana Gil
Em algum momento, na minha última edição, deixei em aberto minha volta. Não sabia exatamente quando, mas sabia que ia voltar. Sabia disso desde que precisei tomar a decisão de dar uma pausa, não tinha energia psíquica para seguir. E aqui é um espaço muito bonito que criei para me expressar e, com o apoio da Lu e da Luíza, pode continuar. Pode continuar sendo nossa casa, nosso espaço.
Não sou a mesma que deixou a news a meses atrás. Me sinto mais completa, mais inteira. A vida segue daquele jeitão, uma hora de boa e outra uma confusão cansada. E, o que me permitiu voltar, foi ter tido motivação para mudar de trabalho. Vejo a motivação como um motor capaz de nos impulsionar em direção ao que faz sentido, de verdade, pra gente. E fui impulsionada.
A motivação não surge do nada, envolve toda complexidade que somos e podemos ser. Meu disparador foi, em um dia de Janeiro, pensar - simplesmente - que era capaz de encontrar um trabalho melhor, que estivesse mais alinhado aos meus valores e que eu acreditava poder contribuir com meus conhecimentos. Resumindo, acreditei que podia mais, que podia fazer muito mais.
E isso é a motivação intrínseca, aquela que vem de dentro, que é a nossa força de querer o melhor, de acreditar na gente, de continuar vivendo apesar dos apesares.
Eu segui e, finalmente, pude voltar!
Até a próxima!
Juliana
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Nós e nossa batatinha Tabata agradecemos ♥️
Dicas
Dica da Luíza
Vou dar uma palestra e vou aproveitar como dica, né?
O IEPP, Instituto de Ensino e Pesquisa em Psicoterapia, me convidou para ministrar uma palestra intitulada “Ozempic: saúde, estética e sintomas do nosso tempo”, nesse sábado, 4 de julho, às 10h no café Mills - Rua Bar]ao de Santo Ângelo, 364, Porto Alegre. Inscrições gratuitas no link aqui :)
Dica da Ju
Indico esse livro, leitura acessível e fácil. Essa indicação é para quem tem fome de entender os porquês!
Tchau!👋
Voltar é muito bom!!!
Bjs, Luíza e Ju






